Dia 1 : Mais vale 2 comprimidos na mão do que 3 diferentes enxaquecas na cabeça!
O dia começa com grande tumulto, estou atrasado. Correção: estamos! Estas são as primeiras palavras que ouço ao acordar, se bem que o meu sono estava demasiado leve para que eu duvidasse do meu próprio estado. A preocupação pelo atraso da minha mãe preocupava-me muito mais que o meu, tanto por estar dependente do seu meio de transporte como pelo facto de esta perder dinheiro do salário pelos atrasos. Acordei de tal forma que não precisei dos métodos habituais para sair do modo adormecido, apesar de que água fresca no rosto e um café não sejam aplicados só por prevenção.
Agarrei em objectos que tinha deixado noutras divisões e dei consistência á flácida mochila que pendia na minha mão, enchendo-a com o caderno, alguns maços de folhas ao qual dava agora o nome de manual universitário e o guarda-chuva pois segundo as previsões e o chão molhado no exterior me obrigavam a prevenir contra eventuais condições meteorológicas adversas.
Tomei o pequeno-almoço enquanto ajeitava os auscultadores na mochila de modo a os preservar de possíveis turbulências que a mochila poderia ser sujeita, entrei no carro e rapidamente pus o cinto e arrancamos, acima do limite de velocidade e sobre a pressão de um atraso com duas vertentes, nem as lombas foram obstáculo. Ao longe via-se um autocarro prestes a arrancar, o que colocou mais pressão adjacente à anterior. Medidas drásticas foram tomadas, uma curva apertada a velocidade questionável e uma subida íngreme numa estrada apertada faziam parte deste atalho.
Chegar primeiro que o autocarro era a missão que a minha mãe tinha aceite, após alguns ziguezagues e abrandamentos bruscos, avistamos a paragem, não havia maneira de este ter chegado antes de nós mas não tardaria a fazê-lo, corri para o sítio sinalizado com o símbolo do autocarro e aguardei.
Conseguia ouvir ao longe o som dele, como um zumbido mas ao mesmo tempo um assobio, bem como o característico chiar dos travões que assim que este parou á minha frente pareciam agulhas afiadas a espetarem-se na minha cabeça.
Agarrei em objectos que tinha deixado noutras divisões e dei consistência á flácida mochila que pendia na minha mão, enchendo-a com o caderno, alguns maços de folhas ao qual dava agora o nome de manual universitário e o guarda-chuva pois segundo as previsões e o chão molhado no exterior me obrigavam a prevenir contra eventuais condições meteorológicas adversas.
Tomei o pequeno-almoço enquanto ajeitava os auscultadores na mochila de modo a os preservar de possíveis turbulências que a mochila poderia ser sujeita, entrei no carro e rapidamente pus o cinto e arrancamos, acima do limite de velocidade e sobre a pressão de um atraso com duas vertentes, nem as lombas foram obstáculo. Ao longe via-se um autocarro prestes a arrancar, o que colocou mais pressão adjacente à anterior. Medidas drásticas foram tomadas, uma curva apertada a velocidade questionável e uma subida íngreme numa estrada apertada faziam parte deste atalho.
Chegar primeiro que o autocarro era a missão que a minha mãe tinha aceite, após alguns ziguezagues e abrandamentos bruscos, avistamos a paragem, não havia maneira de este ter chegado antes de nós mas não tardaria a fazê-lo, corri para o sítio sinalizado com o símbolo do autocarro e aguardei.
Conseguia ouvir ao longe o som dele, como um zumbido mas ao mesmo tempo um assobio, bem como o característico chiar dos travões que assim que este parou á minha frente pareciam agulhas afiadas a espetarem-se na minha cabeça.
Sentei-me com o tablet no colo, estava na altura de fazer algo pelo meu blog, não escrevia á muito tempo o cansaço tirava-me toda a inspiração para escrever, já para não falar de que a minha cabeça parece gritar por ajuda a cada cinco minutos, dando um pontapé no meu sistema nervoso. Hoje era diferente, estava calmo, completamente acordado e cheio de inspiração para escrever, comecei então a escrever a minha primeira publicação do meu "diário" mas rapidamente, ou assim pareceu tive de arrumar tudo para sair e encaminhar-me para a universidade. A inspiração ficara resguardada no meu cérebro até ao final da terceira aula, pois a partir daí a matemática já estava de tal forma acumulada e amontoada que o sono já começava a afectar-me, bem... só me posso culpar a mim por fazer um horário com um dia cheio aulas que envolvessem a matemática.
A boa noticia era que não teria a ultima aula, o que facilitava muito aquele dia, pois não chegava tarde a casa e poderia apanhar o autocarro em frequentemente vou e que me levava "directamente" a casa. Assim que saí da aula desci até á paragem, diga-se só de passagem, que são uns vinte minutos de distância percurso esse que faço todos os dias. Estava tão cansado que passei a viagem inteira a tentar não adormecer e deixar a minha cabeça cair e embater contra o vidro que, por mais que tenha tentado, aconteceu uma vez. Cheguei a casa, fui deixar a mochila no seu local apropriado e sai de bicicleta para ir ajudar a minha mãe no seu segundo trabalho, sei que lhe poderia chamar "hobbie" mas, na minha opinião, essa palavra foi inventada para quem acha que tudo na vida tem de ser divertido e feito com calma, trabalho também é divertido mas não se chega a lado nenhum sem esforço, tal como eu considero a escrita como um trabalho pois esforço-me por fazê-lo e por melhorar a cada dia. Colhi algumas plantas para depois as investigar de modo a executar o que tinha aprendido nas aulas e também de forma a motivar-me a estudar mais.
O cansaço acabou por vencer e mesmo depois de alguns esforços para preparar as duas plantas, acabei por fazer apenas a colagem de uma pois uma dor de cabeça enorme avisou-me da necessidade de ir dormir, pois já passava da meia noite á algumas horas.
O curativo mais eficaz para dores de cabeça é uma boa soneca em vez de uma boa dose de comprimidos, fica a dica!
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