Manhã de gelo
A vida
parece ter parado sobre a imensidão do tempo
a Natureza brilha sobre a luz do sol
O mundo estacou á fria manha de inverno
Os corações estão gélidos e petrificados
Num estalar de dedos, o gelo parte
o calor emana-se dos corações que se degelam
O pulsar da vida surge vibrante
as gotas geladas reflectem a luz do sol
Um mundo vibrante de cores ressurge
emanado das profundezas da neve
sons flutuam no ar como uma melodia
é o despertar de uma nova era
O gelo da manhã está desfeito
os raios de sol penetram sobre a pele
directos à alma, que aos poucos acorda
a alegria rejuvenesce
O que era uma manhã de gelo
é agora um novo dia
a Natureza brilha sobre a luz do sol
O mundo estacou á fria manha de inverno
Os corações estão gélidos e petrificados
Num estalar de dedos, o gelo parte
o calor emana-se dos corações que se degelam
O pulsar da vida surge vibrante
as gotas geladas reflectem a luz do sol
Um mundo vibrante de cores ressurge
emanado das profundezas da neve
sons flutuam no ar como uma melodia
é o despertar de uma nova era
O gelo da manhã está desfeito
os raios de sol penetram sobre a pele
directos à alma, que aos poucos acorda
a alegria rejuvenesce
O que era uma manhã de gelo
é agora um novo dia
FRANCISCO, Diogo, 2014. Manhã de gelo.
Nota: este poema é um pouco diferente do que costumo fazer e por isso ainda esta "em fase de teste", digam o que acharam para que eu possa melhorar, obrigado!
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