Amor (Im)Perfeito
A brisa fria rodopia
em torno dos amantes
Tudo mudou, nada é como antes
O suave deslizar das gélidas gotas de água
Saram a dor e a mágoa.
Abraçados perante a velha igreja
Ele beija os lábios cor de cereja
Jurando eterna fidelidade
Por mera casualidade
Os seus corpos emanam fogo
Meras peça de um tabuleiro de jogo
Desvanecem-se lentamente no ar
É a velha fotografia a queimar!
Sentada junto á lareira apagada
As cinzas são levadas pela brisa gelada
Rodopiam em torno da rapariga
Sentada junto á cama antiga
A foto carbonizada desfaz-se no ar
A esperança finda no mar
Onde dos seus braços fora arrancado
O homem que seu coração tinha tomado
O suave deslizar das gélidas gotas de água
Saram a dor e a mágoa.
Abraçados perante a velha igreja
Ele beija os lábios cor de cereja
Jurando eterna fidelidade
Por mera casualidade
Os seus corpos emanam fogo
Meras peça de um tabuleiro de jogo
Desvanecem-se lentamente no ar
É a velha fotografia a queimar!
Sentada junto á lareira apagada
As cinzas são levadas pela brisa gelada
Rodopiam em torno da rapariga
Sentada junto á cama antiga
A foto carbonizada desfaz-se no ar
A esperança finda no mar
Onde dos seus braços fora arrancado
O homem que seu coração tinha tomado
FRANCISCO, Diogo, 2014. Amor (Im)Perfeito.
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